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quarta-feira, 1 de julho de 2015

O medo...

Fiz um novo desafio pra mim mesma: ir ao shopping sozinha. rs

Parece uma coisa simples, mas pra mim não é. Fico com medo de não conseguir andar, de não conseguir subir as escadas rolantes... To meio que sem coragem! rs

Já fui no mercado sozinha, mas não é a mesma coisa! No mercado tinha o carrinho pra eu apoiar no caso de alguma emergência... No shopping não vai ter nada pra eu me apoiar... e isso me dá um medo muito grande!!

A Bru sempre fala que eu tenho que forçar meus limites e dar diferentes estímulos pro meu corpo. Ela fala que se eu sempre tiver alguém pra me apoiar, eu não vou largar nunca dessa "muleta" e não vou voltar a andar sozinha.

Ela sempre fala que o que me impede de fazer as coisas é o medo que eu sinto. E às vezes (quase sempre) esse medo é infundado! Hoje ela me passou abdominal na bola e eu não consegui fazer por puro medo. E o medo que eu estava sentindo não tinha nenhum fundamento, porque ela estava segurando a bola e me apoiando. Não tinha como eu cair. Vai entender!!

Eu não sei explicar o que eu sinto. Fico insegura e acabo desistindo. Mas não posso! Isso está errado! Preciso reprogramar minha mente e começar a pensar que eu consigo sim! É bem mais fácil falar do que fazer, mas estou tentando!

Eu acho que já consigo passear no shopping sozinha. Meu equilíbrio e minha visão estão bem melhores! Estou mais segura e confiando mais no meu corpo. A Bru também acha que vai ser tranquilo. Então eu vou! Amanhã de tarde eu vou! E seja o que Deus quiser... E dane-se o medo! hehe


terça-feira, 9 de junho de 2015

Alguns exercícios que estou fazendo

Eu morro de vergonha de fazer um vídeo pra mostrar os exercícios que estou fazendo... Sem vídeos também não consigo mostrar minha evolução... Até considerei fazer um vídeo, mas a vergonha não deixa! rs Então vou colocar uns vídeos do youtube pra exemplificar os exercícios que estou fazendo.

Esse aí de baixo (High Knees) eu faço desde o começo dos meus treinos. Sempre fiz devagar, alternando as pernas e prestando atenção em todos os músculos que devem estar contraídos para realizar o movimento. Principalmente os músculos da sola do pé, que não trabalham mais de forma automática. Preciso pensar para eles funcionarem.

Comecei segurando no espaldar e levantando pouco a perna. Depois que já estava conseguindo fazer segurando em um objeto fixo, comecei a fazer segurando na Bruna. No começo foi bem difícil pois não tinha equilíbrio algum. Aos poucos fui melhorando e segurando cada vez menos na Bru. Até que consegui fazer sem segurar em nada.

Hoje fui na quadra e caminhei levantando os joelhos. Mas estava segurando com o dedinho no dedinho da Bru (mais pra apoio moral rs). Ainda estou com medo de fazer sozinha. E sei que ela só deixou eu segurar porque hoje foi o primeiro dia que fiz esse exercício. rs

Meu sonho é conseguir fazer dando saltinhos e levantando as pernas bem rápido. rs








Outro exercício que faço é esse aí de baixo (pulo lateral). A moça do vídeo faz muito rápido! rs Eu faço bem devagar e pulo bem pouquinho pro lado! rs




Outro exercício que faço é esse aí. Faço bem devagar e com a Bru segurando meu quadril. Uso os braços pra me ajudar a fazer o movimento, mas o problema mesmo não é pular, mas sim aterrizar. Como disse, os músculos do pé desaprenderam a fazer os movimentos, então aterrizar está sendo um aprendizado. A primeira vez que fiz esse exercícios pulei bem baixinho e quase caí ao aterrizar! rs Mas agora já pulo mais alto e consigo aterrizar normal. Mas a Bru ainda tem que me segurar! Senão eu perco a coragem! rs



Fiz um outro exercício pela primeira vez hoje. Andar em cima de uma linha reta, com um pé bem na frente do outro (tirando totalmente minha base pra me equilibrar rs). Hoje foi bem tenso, mas foi a primeira vez que fiz. Da próxima vez será melhor!

É isso. Depois coloco mais alguns exercícios que estou fazendo!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

O alarmismo e a superproteção

Ontem aconteceu uma coisa que me deixou muito triste...

Precisava ir em um lugar aqui do lado do prédio pegar os remédios desse mês. Mas eles chegaram somente de tarde e eu estava sozinha para ir pegá-los. Depois da cirurgia, ainda não havia saído na rua sem ninguém, mas senti que conseguiria ir sozinha até lá. Não é que eu não consigo, mas tenho muito medo. Tirei coragem de todos os lugares possíveis e imagináveis e fui.

Fui bem até. Parava para pensar qual era o melhor caminho para conseguir chegar até lá, mas tudo estava dando certo. Até que chegou uma moça que mora aqui no meu prédio desesperada porque eu tinha saído sozinha. Eu não sabia o que falar. E eu, que estava calma, comecei a ficar nervosa e duvidar da decisão de ter ido sozinha. Ela me ajudou o restante do caminho.

Mas quando eu cheguei em casa, desabei e chorei demais. Eu sei que ela não fez por mal, muito pelo contrário, mas eu fiquei me sentindo uma inútil que não pode fazer nada sozinha. Me senti super dependente, o que pra mim é o pior sentimento que existe.

Não é que eu sou uma doida varrida e saio fazendo coisas que não vou conseguir. Eu sei meus limites e preciso forçá-los senão eu não vou aprender a fazer as coisas novamente. Meu cérebro precisa ser estimulado e aprender de novo os movimentos, como se equilibrar em diferentes terrenos, como descer uma rampa, ... Tipo um bebê que está aprendendo a andar. E para isso acontecer, preciso forçar meus limites.

Há 1 mês atrás eu nem cogitaria a possibilidade de ir pegar os remédios sozinha. Não foi nada fácil, mas estava tudo indo bem. Estava conseguindo. Mas isso que aconteceu me fez criar dúvidas sobre se tudo o que eu estou fazendo realmente está certo. Na hora me pareceu que eu deveria ficar em casa quieta, porque é muito perigoso fazer qualquer coisa sozinha.

Liguei para o meu pai e ele me acalmou. Ele me fez ver que tudo o que estou fazendo está certo e que eu devo me forçar a fazer as coisas sim. Ele me fez entender que essa moça não sabe como funciona a minha recuperação e que eu estava fazendo o que eu deveria fazer mesmo.

Ontem estava falando sobre isso com um amigo que quebrou o joelho e ficou um tempo sem conseguir andar. Quando as pessoas são superprotetoras conosco, a recuperação demora mais. Além do que, nos sentimos mal demais porque isso nos faz sentir diferentes. Não somos diferentes!

Quando eu falei que eu morava sozinha, a moça quase caiu pra trás! rs Mas o fato é que, depois que eu comecei a morar sozinha, melhorei demais! Isso porque estou me forçando a fazer as coisas: arrumar a cama, cozinhar, tirar o lixo... 

Estou tão melhor que hoje foi a primeira vez que fui fazer a perícia sozinha. E deu tudo certo! Já conhecia o lugar e foi tudo tranquilo!

A minha recuperação está indo tão bem que espero que essa seja a última licença que precisarei tirar. Não vejo a hora de ficar bem de novo e voltar a trabalhar. Enquanto isso não acontece, simbora trabalhar pra ficar 100% logo!






quinta-feira, 21 de maio de 2015

Treinando a coordenação

Olha o que minha irmã linda me deu!



A meta é pintar todo o livro com a mão direita, pra treinar a coordenação fina. Quem sabe um dia volto a escrever com a mão direita!

Pintei uma florzinha e algumas folhas. Demorei um século pra fazer só isso! Rs E ainda não ficou muito bom não... Dei umas escapadas da borda do desenho.



Espero que a coordenação melhore e eu pinte mais rápido. Porque se eu for demorar esse tanto pra pintar cada coisa, daqui uns 3 anos termino o livro. Rs 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Tenha um objetivo

Uma coisa que descobri ser super importante é estabelecer objetivos. Nós queremos muitas coisas, mas nossos anseios sem um plano para atingi-los são somente sonhos.


Nessa minha jornada, estabeleci um objetivo principal: ficar recuperada até o final desse ano. Para conseguir isso,  fiz um plano para cada área que preciso desenvolver:
- comecei a fazer exercícios para melhorar minha força, equilíbrio e coordenação;
- comecei um acompanhamento nutricional para fortalecer as defesas naturais do meu corpo;
- voltei a tocar flauta para ajudar na recuperação da minha coordenação fina;
- voltei a estudar francês para treinar minha escrita com a mão esquerda;
- e outras coisas que irei postando...

Em cada área de recuperação, criei várias metas com foco no objetivo principal. Vou dar um exemplo. Como toda mulher, sou meio que totalmente apaixonada por sapatos rs. Como o tumor afetou meu equilíbrio, não posso mais usar salto alto que amo de paixão (apesar de já ser alta rs). Então um dos objetivos nessa área é voltar a usar salto alto.

O objetivo é conseguir usar 2 dos meu sapatos antigos pelos quais sou apaixonada.





















Por enquanto só estava usando tênis e sapatilha, mas ontem fiz um experimento. Tentei usar uma botinha com um salto bem baixinho e bem grosso.

Resultado: não foi mais difícil andar, mas foi diferente. Acho que meu corpo não está acostumado com uma mudança no centro de gravidade. Hoje os músculos do peito do meu pé direito estão doídos demais. Fazia tempo que eles não trabalhavam! rs

A única coisa que não tenho controle nenhum é a recuperação do nervo óptico. Não posso estabelecer nenhuma meta para a minha visão melhorar pois essa melhora não depende de mim, e estabelecer um prazo para isso só irá me frustar. Uma frustração desnecessária.

Ter objetivos me ajuda a não perder o foco e ter ânimo para continuar a enfrentar os obstáculos que a vida me coloca. Sem contar que é uma alegria muito grande quando uma meta é atingida!!!




sábado, 9 de maio de 2015

It's a bad day... not a bad life

O meu objetivo com esse blog é incentivar quem está passando por alguma dificuldade de saúde... Então resolvi escrever como estou me sentindo hoje... Pra ficar claro que não dá pra ser forte o tempo todo... E isso não tem problema!

Hoje o dia está sendo difícil. Ontem fiz uma coisa que eu acho que não devia ter feito e agora estou me sentindo super culpada... E esse sentimento "abriu a porteira" pros outros sentimentos... 

To aqui triste que só porque queria ter minha vida de volta. Apesar de eu saber que tenho que sair com meus amigos e com minha família, pra ter novos estímulos e fazer com que meu cerebelo aprenda a fazer as coisas de novo, eu não me sinto confortável. É difícil para andar e ficar em pé por causa do equilíbrio... É difícil de conversar com as pessoas porque minha visão me atrapalha demais, já que não consigo focar no rosto de quem está falando... muitas vezes não escuto direito o que alguém fala devido à perda da audição do ouvido direito... Sem contar que me sinto mal por depender de outra pessoa sabe...

Meu pai fala que quem é meu amigo mesmo não liga por ter que me ajudar... que eles querem mesmo a minha companhia. Mas sou eu que não me sinto confortável...

Estou sentindo uma revolta tão grande por Deus estar me fazendo passar por tudo isso. Porque não está fácil não!

Sei que o que estou sentindo hoje é pura TPM... Esses hormônios viu! Mas o fato é que estou aqui chorando e achando essa vida injusta demais!

Mas enfim... Não tem outro jeito né... Tenho que enfrentar tudo isso! 

Amanhã isso passa! E o ânimo pra me recuperar volta.

To aguardando ansiosamente minha mãe chegar! Pra eu chorar um pouco no colo dela! Rs 

Enquanto isso, a estratégia é ocupar minha cabeça... Vou continuar a assistir Arrow, já que meus planos de Netflix foram interrompidos pela falta de internet! Rs


sexta-feira, 8 de maio de 2015

A importância da alimentação na recuperação

Ontem fiquei muito feliz! Fiz um exame de sangue e está tudo quase normal! A quimioterapia  deixa nossa imunidade bem baixa e essa que estou fazendo também afeta as plaquetas (responsáveis pela cicatrização). Então,  a cada 15 dias, no máximo, tenho que fazer um hemograma para ver como estão as coisas...

Teve um exame de sangue que minha imunidade e as plaquetas estavam tão baixas que minha médica queria me internar, pois meu corpo não estava se recuperando sozinho. Isso me assustou demais! Não fiquei internada, mas foi aí que decidi procurar uma nutricionista para tentar reverter os efeitos da quimio por meio da alimentação.

A minha nutricionista se chama Lívia Pimenta (ela que me incentivou a contar como estou me recuperando! Obrigada Lívia!). Ela me passou uma dieta para ganhar peso (estou pesando 51kg para meus 1,73m... To bem magrinha... A meta é chegar nos 56kg), cortou o glúten e a lactose (para diminuir a possibilidade de quadros inflamatórios, que aumentam com a quimio) e me passou suplementos (um manipulado, que contém nutrientes específicos para mim, proteína em pó e malto, pra me ajudar no ganho de peso).

Atualmente, tem muitos produtos sem glúten e lactose no mercado e encontrei várias receitas em sites. Quando gostar de um produto ou testar uma receita posto aqui.

Uma coisa super importante é o trabalho conjunto entre minha nutricionista e minha personal (ela se chama Bruna e está sendo a pessoa mais importante na minha recuperação! No próximo post falo mais sobre ela e meus exercícios). Foi a Bru que me indicou a Lívia, então a comunicação entre as duas é mais fácil.
Faz pouco mais de 1 mês que estou seguindo a dieta certinho (só ontem que dei uma escorregada! RS) e os resultados ficaram bem claros nesse último exame de sangue! :-)

Para quem quiser saber mais sobre a importância da alimentação quando estamos enfrentando um tumor, recomendo o livro "Anticâncer" do médico David Servan-Schreiber. Ganhei esse livro do meu primo (obrigada Glauco!) e adorei pois, além da história inspiradora do autor, ele me fez mudar minha atitude de impotência frente ao tumor. E não tem nada mais desanimador do que se sentir impotente! Super recomendo esse livro!

O acompanhamento nutricional está sendo super importante na minha recuperação! Estou usando todos os meios possíveis para fortalecer meu corpo para que ele consiga sarar logo e lutar contra esse tumor chato rs.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Enfrentando o problema

A minha mãe sempre falou uma coisa que sempre me fez pensar: "Não tem outro jeito Bru. Você tem que enfrentar isso." E é a mais pura verdade! Se Deus me escolheu pra passar por isso, tenho que traçar estratégias para enfrentar esse problema da melhor maneira possível. Não podemos escolher o que acontece na nossa vida, mas podemos escolher a maneira como reagimos às coisas.

Ninguém nunca me falou o que eu deveria fazer pra ficar boa. Eu que tive que ir atrás de meios pra ajudar na minha recuperação. E, como está funcionando, me sinto na obrigação de divulgar o que estou fazendo para quem, como eu, está em busca da sua recuperação.

Fiquei com 3 tipos de sequelas: visão dupla e nistagmo (movimento involuntário dos olhos), perda parcial da coordenação do lado direito do corpo e perda parcial do equilíbrio. Para cada tipo de sequela, fui em busca de uma solução.

Visão

Fiz uma consulta com uma neuro-oftalmologista para ver o que uma profissional me diria. Após fazer vários testes e exames, ela me falou que o nervo óptico estava preservado e que minha acuidade visual estava ótima. Ela me falou que existem dois casos que dão os mesmos sintomas que eu estou sentindo: se o nervo óptico é danificado ou se os músculos dos olhos são danificados. Existem exercícios para os olhos que recuperam os músculos. Mas no caso do problema ter afetado o nervo, não há o que fazer além de esperar o nervo se recuperar sozinho. E isso demoooooooooooora. O meu médico citou o caso de um homem que apresenta sintomas desse tipo depois de 3 anos da cirurgia.

Minha visão já melhorou horrores! Mas ainda está bem ruim. E a única coisa que posso fazer para tentar ajudar na recuperação, é manter meu corpo o mais saudável possível. Agora me resta esperar. Como diz meu médico, um dia irei acordar e minha visão vai estar ok. Aguardo ansiosamente esse dia! rs

Coordenação

Como já disse, a coordenação do lado direito do meu corpo ficou comprometida.

Gostava muito de tocar violoncelo antes do tumor, mas agora não consigo mais. Perdi a estabilidade, a coordenação e a agilidade necessárias para tocar cello. Mas consigo tocar flauta transversal, que eu também amo! Não consigo tocar nada muito rápido ou complexo, mas aos poucos estou aprendendo novamente os movimentos e recuperando a agilidade. E como é uma coisa que eu gosto de fazer, fico boa parte do meu dia tocando flauta e nem vejo o tempo passar!

Um tempo atrás eu comprei lápis de cor e aquelas revistas de pintar para crianças. Essas revistas também tem atividades beeeeeeeem fáceis, como ligar os pontos, labirintos, etc. Pintava e fazia as atividades com a mão direita, pra aprender novamente como segurar um lápis e aumentar o controle do movimento da minha mão.

Também comprei revistas de cruzadinhas e me forço a escrever as letras com a mão direita. Tudo isso é bem difícil e eu demoro demais pra escrever uma palavra, mas ajuda muito na recuperação do movimento da mão.

Enquanto eu não consigo escrever com a mão direita, tenho que treinar a mão esquerda. Então, enquanto estou estudando inglês e francês, escrevo o máximo que eu posso com a mão esquerda para tentar tornar isso o mais natural possível. Outro dia fiz o teste de tentar estudar com a mão direita, mas não deu muito certo. rs Escrever com a mão direita ainda é bem demorado e difícil, então o foco vai para o movimento da mão e não para o que estou estudando.

Outra coisa que também faço todo dia, é digitar no computador. Inventei de escrever um diário. Toda noite descrevo como foi meu dia, dando outro tipo de estímulo para os meus dedos. Agora estou digitando também no tablet. Fiz um arquivo no tablet, e transferi meu diário para lá. A digitação no tablet é bem mais difícil, mas é um ótimo meio para treinar principalmente o movimento do dedão.

Equilíbrio

A melhor maneira que eu achei para recuperar meu equilíbrio foi através de exercícios. Estava tentando fazer sozinha, mas um amigo achava melhor eu procurar um profissional pra fazer um treino mais focado nas minhas necessidades. E foi a melhor coisa que fiz. Liguei em um studio de pilates e contratei uma personal. Além de exercícios de equilíbrio, faço exercícios de força.

Em casa, faço alguns exercícios mais simples de equilíbrio, que não exigem supervisão. Nos próximos posts vou falar mais sobre os exercícios que faço.



Além de tudo isso, comecei a fazer acompanhamento nutricional para manter meu corpo saudável para acelerar a recuperação e tentar reverter os efeitos adversos da quimioterapia através da alimentação. Falarei mais sobre isso também.

Basicamente, isso resume meu cotidiano. É preciso ter muita força de vontade para seguir uma rotina 100% focada em se recuperar. Mas sempre tenho em mente o objetivo final! Isso me move e me motiva!